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09/11/2017 – Localização, conservação, facilidades, preço e mobília são apenas alguns dos fatores que devem ser considerados na decisão de alugar um imóvel. De acordo com o vice-presidente Administrativo-Financeiro do SECOVI Florianópolis/Tubarão, Lucas Madalosso, uma das dicas é visitar a casa ou o apartamento em diferentes horas do dia para ter uma noção mais apurada de como será morar naquele local.

“É preciso observar a orientação solar, analisar com atenção a qualidade da mobília, testar a parte hidráulica, e se possível, as instalações elétricas também. Normalmente é mais fácil negociar algum investimento/benfeitoria no imóvel com o proprietário antes de ter assinado o contrato de locação”, explica Madalosso.

Outro fator a ser observado, no caso de imóvel em condomínio, é conhecer as regras do local, entendendo se elas se adéquam ao seu estilo de vida. Além disso, para iniciar a busca é importante escolher uma imobiliária que traz vantagens no processo de locação. Em muitos casos, alugar um imóvel sem uma imobiliária intermediando pode terminar em uma relação conflituosa, que traz dor de cabeça para ambos os lados.

“A relação estabelecida por um contrato de locação é delicada. Ela envolve o interesse do locador com a receita oriunda do aluguel, e de outro lado a qualidade de vida do locatário. Essa relação é regida pela Lei do Inquilinato e pelo contrato de locação. Sendo assim, a imobiliária é o regulador e o negociador dessa relação. Cabe à imobiliária orientar as partes a agirem nos limites do contrato e da Lei. A imobiliária presta também serviços financeiros, manutenção, reformas, condução da rescisão contratual e de negociações em geral”, destaca o vice-presidente.

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